passei por aquela rua outra vez e olhei o lugar podre que ainda ali se encontrava.
levava comigo uma mão cheia de nada e a minha alma pesava como se se tratasse de um fardo.
passei por ali, onde já nao estava o que, um dia, tinha procurado e encontrado, ali, naquela rua.
é agora inverno, tão diferente da primavera que aqui passei.
a rua esta vazia, como o meu olha preso àquele lugar.
as minhas mãos estão vazias.
as minhas mãos estão cheias de nada.
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